Seu Navegador não suporta javascript CGE - Controladoria Geral do Estado de Goiás - PCP: CGE inicia Auditoria Baseada em Risco nos órgãos estaduais
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A Controladoria-Geral do Estado (CGE) iniciou uma nova fase no eixo Gestão de Riscos dentro do Programa de Compliance Público do Poder Executivo de Goiás (PCP). Todos os 21 órgãos da primeira fase do programa passam, neste mês de novembro, pela Auditoria Baseada em Risco (ABR).

A superintendente de Auditoria da CGE, Stella Maris Franco, explica que “nesta fase verifica-se a evolução da maturidade do órgão em relação à gestão de riscos e o grau de implementação das ações propostas pela pasta para o tratamento dos riscos detectados”. Ou seja, neste momento é mapeado se as ações de tratamento dos riscos foram implantadas e quais resultados foram obtidos.

A metodologia de trabalho inclui o rodízio dos consultores que atuam em cada um dos 21 órgãos. “A auditoria será feita por dois consultores nossos durante novembro, nos órgãos que implantaram a gestão de riscos nesta primeira fase", afirma Stella.

A ideia central, de acordo com a superintendente, é que esta fase avalie o quanto os órgãos avançaram em direção à maturidade na gestão dos riscos. Para se ter uma ideia, na CGE foram detectados 44 riscos e definidas 95 ações para tratamento e controle dos mesmos, nas áreas de correição, inspeção, compliance, transparência, ouvidoria, controle social e monitoramento. A partir da detecção, foram dosadas as probabilidades, causas, consequências e nível dos riscos, bem como traçadas as ações de controle e os gestores responsáveis por essas ações.

Os resultados da ABR contam pontos para o Ranking do PCP, nos critérios relacionados à implementação das ações nos casos de riscos extremos, médios e altos, com uma pontuação diferenciada para cada risco. E há, ainda, a pontuação para subsidiar a avaliação do grau de maturidade do órgão no gerenciamento dos riscos. “Para os órgãos que não gerenciaram os riscos da forma adequada, a CGE poderá propor recomendações de melhoria do processo. Os órgãos hoje fazem a gestão de risco em alguns processos, como folha de pagamento, contratos e licitação, mas o objetivo é que façam em todos os processos. É algo interativo, que não termina”, explicita a superintendente.

Cronograma
Inicialmente, foi feito um cronograma prevendo duas ABRs por ano. No entanto, como os 21 órgãos finalizaram o plano de ação em setembro e o prazo de implementação das ações até o final de outubro foi muito curto, em 2019 haverá apenas uma auditoria. “No entanto, a partir de 2020 pretendemos fazer duas ou três por ano, ou até mais, conforme a necessidade do órgão e o tipo de risco que é mapeado. Os riscos que forem avaliados como extremos, naturalmente, necessitam de um tratamento mais urgente”, afirma Stella. Todos os demais órgãos do Executivo estadual, que começaram a implementação da gestão de riscos a partir de setembro, passarão pela ABR apenas no próximo ano.

 
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